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A Bactéria que Corroeu o Titanic e que Promete Atacar Edifícios e Pontes


Um novo tipo de bactéria altamente agressivo do ponto de vista da capacidade de oxidação e corrosão de metal foi descoberta em perfis metálicos dos destroços do famoso transatlântico Titanic. Investigadores da Universidade de Sevilha e de Halifax que estudavam algumas peças do navio depararam-se, acidentalmente, com este organismo.
Esta bactéria, até agora desconhecida, consegue reduzir a pó peças metálicas, incluindo ligas de alta qualidade e resistência, numa questão de meses.
O estudo deste organismo pode fornecer importantes dados sobre o processo de corrosão de estruturas marinhas e benefícios ao desenvolvimento de produtos anti-corrosão.

Teme-se no entanto que a bactéria, que se reproduz em ambientes salinos, possa sofrer uma reconfiguração da sua estrutura química de forma a poder sobreviver em meio não aquático e atacar estruturas metálicas terrestres.

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